CRCD

Centro de Referência de Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolições

Usina de plasma faz parte do Sigah

A construção da usina de plasma no município é uma das ações previstas no Sigah (Sistema Integrado de Gestão Ambiental de Hortolândia). Apresentada à população em junho deste ano, em audiência pública na Câmara de Vereadores, a tecnologia do plasma permite a geração de energia elétrica por meio da gaseificação de resíduos. Com o uso do reator, o detrito se degrada e gaseifica, o que gera gases menos poluentes que os obtidos em processos tradicionais de tratamento de resíduos, como a incineração e o depósito em aterros sanitários.

Com a implantação da usina de plasma, Hortolândia deixaria de gastar com o aterramento de lixo, atualmente feito em local particular na vizinha cidade de Paulínia. “Não queremos mais fazer aterramento de lixo, mas processá-lo e gerar energia com os resíduos”, afirma o secretário.

Hoje em dia, Hortolândia produz 54.000 toneladas de lixo por ano, em média. Segundo a Secretaria de Serviços Urbanos, o gasto anual com coleta, transporte e destino final de resíduos é de R$ 6,6 milhões. Com a instalação da usina, o lixo passará a ser tratado na própria cidade e transformado em energia elétrica, suficiente para abastecer cerca de 28 mil residências.

 Além da economia e da geração de renda, outra vantagem apontada é que o resíduo gerado ao final do processamento por plasma — semelhante à pedra de brita — pode ser reaproveitado para compor a fabricação de materiais utilizados na construção civil, tais como blocos e pisos.

 

Visitas técnicas

Entre os dias 5 e 12 deste mês, o prefeito de Hortolândia, Angelo Perugini, o prefeito eleito, Antonio Meira, e o secretário de Meio Ambiente, Aldo Aluísio, estiveram no Japão em viagem oficial. A comitiva visitou a Usina de Plasma de Mihama-Mikata para conhecer as instalações e acompanhar in loco o processo de transformação de lixo por meio desta tecnologia.

 De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Aldo Aluísio Silva, há um ano e meio a Prefeitura tem feito visitas técnicas para conhecer tecnologias ambientalmente corretas, estudando as que mais se adaptem à realidade do município. Além da recente visita à usina japonesa, de propriedade do município, representantes da Administração estiveram em Portugal em 2011, conhecendo empreendimentos do setor de gestão, processamento e destinação de resíduos. No início deste mês, uma comitiva de representantes da AEP (Associação Empresarial de Portugal) e de seis empresas que integram o projeto Inter-Resíduos Brasil Portugal (Internacionalização do Sector Português da Gestão Integrada de Resíduos Brasil) esteve na cidade para conhecer Hortolândia e trocar experiências.

 Embora esteja aberta a estudar outras tecnologias, segundo Aldo Aluísio, “existe uma forte tendência por parte da Administração em adotar a do plasma, por ser a mais avançada no processamento de resíduos de que se tem conhecimento no mundo – aceita o doméstico, o entulho, o industrial”, explica. O secretário disse que a visita à usina japonesa impressionou a comitiva. “É uma tecnologia muito bem elaborada; a usina é extremamente limpa, muito bem organizada, o lixo é recebido sem odor, porque já chega separado à usina; é feito um trabalho de coleta seletiva e reciclagem nas comunidades“, destaca.

 

Usina de plasma de Mihama-Mikata

Segundo o relatório “Aproveitamento Energético de Resíduos Sólidos Urbanos: guia de orientações para governos municipais de Minas Gerais”, elaborado pela Fundação Estadual do Meio Ambiente do governo de Minas Gerais, a indústria situada no parque industrial Mihama-Mikata/Japão, começou a operar em 2002 e pode processar mais de 24 t/dia de RSU e 4 t/dia de lodo de tratamento de esgoto. “A indústria é relativamente pequena e não produz syngas para combustível. Entretanto, são produzidos vapor e água quente, que são usados para geração de energia e calor no parque industrial”, informa o documento. “A indústria usa um sistema de resfriamento a água para a escória fundida e separa os nódulos de metal para vendê-los como sucata. A areia é misturada com o concreto para ser usada em blocos de pavimentação.”

 

Usina de plasma faz parte do Sigah

A construção da usina de plasma no município é uma das ações previstas no Sigah (Sistema Integrado de Gestão Ambiental de Hortolândia). Apresentada à população em junho deste ano, em audiência pública na Câmara de Vereadores, a tecnologia do plasma permite a geração de energia elétrica por meio da gaseificação de resíduos. Com o uso do reator, o detrito se degrada e gaseifica, o que gera gases menos poluentes que os obtidos em processos tradicionais de tratamento de resíduos, como a incineração e o depósito em aterros sanitários.

Com a implantação da usina de plasma, Hortolândia deixaria de gastar com o aterramento de lixo, atualmente feito em local particular na vizinha cidade de Paulínia. “Não queremos mais fazer aterramento de lixo, mas processá-lo e gerar energia com os resíduos”, afirma o secretário.

Hoje em dia, Hortolândia produz 54.000 toneladas de lixo por ano, em média. Segundo a Secretaria de Serviços Urbanos, o gasto anual com coleta, transporte e destino final de resíduos é de R$ 6,6 milhões. Com a instalação da usina, o lixo passará a ser tratado na própria cidade e transformado em energia elétrica, suficiente para abastecer cerca de 28 mil residências.

Além da economia e da geração de renda, outra vantagem apontada é que o resíduo gerado ao final do processamento por plasma — semelhante à pedra de brita — pode ser reaproveitado para compor a fabricação de materiais utilizados na construção civil, tais como blocos e pisos.

Visitas técnicas

Entre os dias 5 e 12 deste mês, o prefeito de Hortolândia, Angelo Perugini, o prefeito eleito, Antonio Meira, e o secretário de Meio Ambiente, Aldo Aluísio, estiveram no Japão em viagem oficial. A comitiva visitou a Usina de Plasma de Mihama-Mikata para conhecer as instalações e acompanhar in loco o processo de transformação de lixo por meio desta tecnologia.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Aldo Aluísio Silva, há um ano e meio a Prefeitura tem feito visitas técnicas para conhecer tecnologias ambientalmente corretas, estudando as que mais se adaptem à realidade do município. Além da recente visita à usina japonesa, de propriedade do município, representantes da Administração estiveram em Portugal em 2011, conhecendo empreendimentos do setor de gestão, processamento e destinação de resíduos. No início deste mês, uma comitiva de representantes da AEP (Associação Empresarial de Portugal) e de seis empresas que integram o projeto Inter-Resíduos Brasil Portugal (Internacionalização do Sector Português da Gestão Integrada de Resíduos Brasil) esteve na cidade para conhecer Hortolândia e trocar experiências.

Embora esteja aberta a estudar outras tecnologias, segundo Aldo Aluísio, “existe uma forte tendência por parte da Administração em adotar a do plasma, por ser a mais avançada no processamento de resíduos de que se tem conhecimento no mundo – aceita o doméstico, o entulho, o industrial”, explica. O secretário disse que a visita à usina japonesa impressionou a comitiva. “É uma tecnologia muito bem elaborada; a usina é extremamente limpa, muito bem organizada, o lixo é recebido sem odor, porque já chega separado à usina; é feito um trabalho de coleta seletiva e reciclagem nas comunidades“, destaca.

Usina de plasma de Mihama-Mikata

Segundo o relatório “Aproveitamento Energético de Resíduos Sólidos Urbanos: guia de orientações para governos municipais de Minas Gerais”, elaborado pela Fundação Estadual do Meio Ambiente do governo de Minas Gerais, a indústria situada no parque industrial Mihama-Mikata/Japão, começou a operar em 2002 e pode processar mais de 24 t/dia de RSU e 4 t/dia de lodo de tratamento de esgoto. “A indústria é relativamente pequena e não produz syngas para combustível. Entretanto, são produzidos vapor e água quente, que são usados para geração de energia e calor no parque industrial”, informa o documento. “A indústria usa um sistema de resfriamento a água para a escória fundida e separa os nódulos de metal para vendê-los como sucata. A areia é misturada com o concreto para ser usada em blocos de pavimentação.”

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